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Brasil tem indisciplina escolar acima da média: professores gastam mais de 20% da aula para controlar alunos

Professores brasileiros gastam mais de 20% do tempo de aula para manter a ordem em sala – acima da média internacional de 16%. O dado faz parte da nova edição do Talis, a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Teaching and Learning International Survey, na sigla em inglês), divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) 


Mais de 50% dos professores relataram enfrentar "barulho perturbador e desordem" durante a aula. Nesse caso, o índice representa mais que o dobro da média entre os países avaliados pela OCDE, que é de 20% – ou um em cada cinco professores.

➡️ A parcela de tempo gasto na manutenção da disciplina aumentou em quase todos os sistemas educacionais desde 2018, ano da edição anterior do Talis. Em comparação:

Pouco mais de 33% dos professores no Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul dizem enfrentar tais problemas disciplinares;

Menos de 5% dos professores na Albânia, Japão e Xangai (China) relatam enfrentá-los;

Professores novatos relatam mais interrupções em sala de aula do que os colegas experientes em quase todos os sistemas educacionais: 66% contra 53%, no Brasil.

Aproximadamente 43% a 44% dos professores relatam que perdem muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%). A mesma proporção de professores brasileiros diz que perde tempo significativo devido a interrupções dos alunos durante as aulas (sendo 18% a média da OCDE).

Baixo reconhecimento

A pesquisa também examina o nível de satisfação dos professores em alguns parâmetros, como intenções de carreira, motivação e status da profissão.

Apenas 14% dos professores brasileiros pensam que são valorizados na sociedade; um aumento de 3 pontos percentuais em relação a 2018. A média da OCDE, nesse ponto, é de 22%.

Em média, cerca de 18% dos professores relatam ser intimidados ou abusados ​​verbalmente por alunos como fonte de estresse. O relatório da OCDE destaca um índice alarmante: no Brasil, 47% dos professores afirmam isso, enquanto, na maioria dos países avaliados, a proporção está abaixo de 25%.

O estudo também evidencia que 72% dos professores brasileiros trabalham meio período, uma das maiores proporções entre os países participantes.

"Garantir jornadas de 40 horas, preferencialmente com dedicação exclusiva a uma escola, aumenta a motivação dos professores, o vínculo com os alunos e os resultados de aprendizagem", afirma em comunicado Caetano Siqueira, coordenador de políticas docentes do Movimento Profissão Docente.

"Jornadas que permitam plena dedicação à profissão e melhores remunerações são essenciais para a valorização da carreira e para garantir melhores condições de trabalho aos professores", destaca Siqueira.

Nesse cenário, ele também destaca a dificuldade de participação em ações de formação continuada e desenvolvimento profissional, relatada por mais da metade dos professores participantes, sobretudo devido à incompatibilidade com os horários de trabalho.

Como funciona a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis)

Realizada desde 2008, a pesquisa avalia o ambiente de ensino e aprendizagem, bem como as condições de trabalho dos professores e diretores nas escolas. Entre os aspectos observados estão:

formação inicial e continuada dos docentes;

práticas pedagógicas e métodos de ensino;

clima escolar e gestão;

satisfação profissional;

uso de tecnologias e inovação.

A quarta e atual edição foi realizada em 2024, com cerca de 280 mil professores e diretores em 17 mil escolas de ensino fundamental II, em 55 sistemas educacionais. Em cada país, cerca de 200 escolas foram selecionadas aleatoriamente.

A pesquisa parte da percepção de professores e diretores, entrevistados por meio de questionários específicos para cada grupo.

No Brasil, o estudo é conduzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os dados foram colhidos entre junho e julho do ano passado.

FONTE: MSN


Promovendo a Saúde Mental no Ambiente Escolar: Ferramentas e Práticas Preventivas


O Curso “Promovendo a Saúde Mental no Ambiente Escolar: ferramentas e práticas preventivas”, que tem como objetivo fomentar a promoção da saúde mental no ambiente escolar, por meio de estratégias que propiciam o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e o gerenciamento do uso de tecnologias, com crianças e adolescentes. O curso faz parte da Assessoria Técnica e Pedagógica das Redes Estaduais de Educação, uma iniciativa da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, sob liderança da Agência de Educação Digital e a Distância da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e alinhado à Estratégia Nacional de Escola Conectadas - ENEC e à Política Nacional de Educação Digital - PNED.


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O curso também inclui estudos de caso e a implementação prática de círculos restaurativos, destacando o papel do facilitador e o uso de círculos como espaço seguro de diálogo e disciplina restaurativa. Por fim, visa capacitar profissionais da educação e saúde para promover um clima escolar positivo e práticas de pertencimento.


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10 Mil Bolsas Para Cursos Gratuitos de Inglês são Abertas; Veja Como Participar

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A proposta do programa é ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho e preparar os participantes para o cenário internacional. As inscrições estão abertas até 25 de agosto de 2025.

O benefício cobre totalmente os custos do curso, e todos que finalizarem o conteúdo receberão certificado.

Para mais detalhes sobre as bolsas e como se candidatar, clique aqui.

Carta de Um Professor Cansado: o Desabafo que Todos Precisam Ler

 

✉️ Carta de um professor cansado: o desabafo que todos precisam ler

“Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.” — Augusto Cury

Hoje, escrevo não como um profissional da educação, mas como um ser humano exausto.

Escrevo como alguém que ama ensinar, mas que está cansado. Cansado da indiferença. Do descaso. Da solidão de uma sala de aula que, muitas vezes, ecoa mais o silêncio institucional do que a alegria de aprender.


📚 Ser professor é resistir todos os dias

Sou professor. Com muito orgulho, sim.
Mas, ultimamente, com muito peso também.

Cansado de ouvir que “professor não trabalha de verdade”. Como se planejar aulas, lidar com diferentes ritmos de aprendizagem, corrigir pilhas de provas e ainda tentar mudar vidas fosse algo menor. Não é. Nunca foi.

Cansado de ver crianças famintas — não apenas de comida, mas de atenção, afeto e respeito. Elas chegam à escola com mochilas nas costas e um mundo desmoronando por dentro. E ainda esperam de mim um milagre.

Cansado da sala abafada, do giz quebrado, do computador que não liga. Das palmas no Dia do Professor e do esquecimento nos outros 364 dias do ano.


⚠️ O que mais cansa não é o trabalho... é a negligência

O que mais me cansa — e fere — é perceber que a educação ainda não é prioridade.

Somos a base de tudo, mas somos os últimos a receber apoio, estrutura e reconhecimento. A sala de aula virou trincheira. A esperança virou resistência.


Por que eu ainda fico?

Porque, no meio de todo esse cansaço, ainda vejo olhos brilhando.

Um aluno que finalmente entendeu a equação.
Uma aluna que descobriu que ama escrever.
Um olhar que diz: “Professor, obrigado por acreditar em mim.”

Eu fico porque acredito.
Acredito que ensinar é plantar, mesmo que a colheita seja lenta.
Que cada palavra pode ser uma semente de futuro.


🙋‍♂️ Mas eu preciso que você me veja

Ser professor não é ter superpoderes.
É ser humano. É chorar no carro. É dormir pensando em como ajudar aquele aluno que já quase desistiu.

Então, antes de julgar, antes de repetir frases prontas… pare e reflita:
Atrás de cada professor cansado, existe alguém que um dia sonhou em mudar o mundo com o poder da educação.

E talvez ainda sonhe.
Mas agora… precisa respirar.


💬 Assinado:

Um professor cansado — mas ainda esperançoso.


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Ajude essa mensagem a chegar onde precisa.
Valorize a educação. Valorize quem está na linha de frente do futuro.

👉 #ProfessorResiste | #EducaçãoImporta | #CartaDeUmProfessor

Robô Professor Estreia na China e Viraliza









Robôs e Educação: Uma Nova Era de Ensino



Resumo: Este artigo explora a crescente influência da Inteligência Artificial (IA) no campo da educação, abordando três tópicos principais: o impacto da IA na educação, a robótica educacional e a emergência dos robôs humanoides como potenciais professores. A análise busca fornecer uma visão abrangente das oportunidades e desafios que a IA apresenta para o futuro da educação.

1. O Impacto da IA na Educação

A IA está transformando a educação de diversas maneiras, desde a personalização do aprendizado até a automação de tarefas administrativas. Plataformas de aprendizado adaptativo, por exemplo, utilizam algoritmos de IA para analisar o desempenho dos alunos e fornecer conteúdo personalizado, adaptando-se ao ritmo e às necessidades individuais de cada um (Holmes et al., 2019). Além disso, a IA pode auxiliar na criação de conteúdo educacional, na avaliação de trabalhos e na identificação de alunos com dificuldades de aprendizado (Zawacki-Richter et al., 2019).

No entanto, a implementação da IA na educação também levanta questões importantes, como a necessidade de garantir a equidade no acesso à tecnologia, a preocupação com a privacidade dos dados dos alunos e o papel do professor em um ambiente cada vez mais automatizado (Luckin et al., 2016).

2. Robótica na Educação

A robótica educacional tem se mostrado uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de habilidades como o pensamento computacional, a resolução de problemas e o trabalho em equipe. Kits de robótica, como o LEGO Mindstorms, permitem que os alunos construam e programem robôs, aprendendo conceitos de engenharia, matemática e programação de forma prática e divertida (Eguchi, 2014).

A robótica também pode ser utilizada para tornar o aprendizado mais interativo e envolvente, especialmente para alunos com dificuldades de aprendizado ou necessidades especiais. Robôs podem ser programados para realizar atividades lúdicas, contar histórias ou auxiliar em terapias, tornando o aprendizado mais acessível e motivador (Benitti, 2012).

3. Robôs Humanoides como Professores

A ideia de robôs humanoides como professores ainda é controversa, mas o avanço da IA e da robótica tem tornado essa possibilidade cada vez mais real. Robôs como o Pepper e o NAO já estão sendo utilizados em algumas escolas e universidades para auxiliar no ensino de idiomas, matemática e outras disciplinas (Belpaeme et al., 2018).

Embora os robôs humanoides ainda não sejam capazes de substituir completamente os professores humanos, eles podem desempenhar um papel importante como assistentes de ensino, fornecendo feedback individualizado, realizando atividades repetitivas e liberando os professores para se concentrarem em tarefas mais complexas. No entanto, é fundamental garantir que a interação com os robôs seja ética e que os alunos não percam o contato humano e a empatia que os professores humanos podem oferecer (Sharkey & Sharkey, 2010).

Conclusão

A IA tem o potencial de revolucionar a educação, tornando o aprendizado mais personalizado, acessível e envolvente. No entanto, é fundamental que a implementação da IA seja feita de forma ética e responsável, garantindo a equidade, a privacidade e o bem-estar dos alunos. A robótica educacional e os robôs humanoides podem ser ferramentas valiosas para complementar o trabalho dos professores, mas é importante lembrar que a tecnologia não deve substituir o contato humano e a importância do papel do professor na formação dos alunos.

Referências:

Mentoria Transformadora para Professores: Domine o Manejo de Classe e Enfrente a Violência Escolar - Garanta Seus Direitos Usando o ECA

 

Mentoria Transformadora para Professores: Domine o Manejo de Classe e Enfrente a Violência Escolar - Garanta Seus Direitos Usando o ECA


Você é um professor ou professora que enfrenta dificuldades no manejo de classe e lida com problemas de violência estudantil? Não está sozinho! Apresente-nos as suas maiores demandas!


Está na hora de transformar a sua experiência em sala de aula. Nós entendemos os desafios que você enfrenta diariamente: a dificuldade em manter a disciplina, a frustração de lidar com conflitos constantes e a insegurança de não saber como proceder para garantir seus direitos. Sabemos que a violência e o desrespeito dos estudantes podem ser extremamente desgastantes, e queremos ajudar você a superar esses obstáculos com confiança e competência.

O que a nossa Mentoria Oferece:

1. Estratégias de Manejo de Classe:

  • Técnicas Práticas: Aprenda métodos comprovados para manter a disciplina e criar um ambiente de aprendizagem positivo.
  • Engajamento Estudantil: Descubra como captar a atenção dos alunos e incentivar a participação ativa nas aulas.

2. Abordagem e Prevenção da Violência:

  • Identificação de Comportamentos: Saiba reconhecer os sinais de comportamentos problemáticos antes que se tornem crises.
  • Intervenção Eficaz: Domine técnicas de intervenção que desarmam conflitos e promovem a resolução pacífica.

3. Garantia de Direitos:

  • Conhecimento Legal: Entenda os seus direitos como educador e aprenda a documentar e relatar incidentes de maneira profissional.
  • Apoio Legal: Receba orientações sobre como proceder legalmente em casos de violência, Ato Infracional e desrespeito, protegendo-se adequadamente.

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Professor Ganha Forte Aliado Tecnológico, Em Sala de Aula

 

Plataforma gera trilhas de aprendizagem, produz conteúdo educacional por meio da Inteligência Artificial e colabora na melhora da rotina de trabalho de quem se dedica ao ensino.


Um aliado digital capaz de ajudar na rotina de trabalho dos professores está pronto para entrar em cena. A nova plataforma EduxGen.AI permite a geração de trilhas de aprendizagem alinhadas às orientações curriculares da BNCC, Saeb e Enem; e produz, também, conteúdos educacionais por meio de Inteligência Artificial. O sistema dispõe ainda de auxílio extraordinário: o avatar (animado ou humanizado) que serve de assistente virtual, treinado pelo professor para tirar dúvidas dos seus alunos.

A novidade será lançada na 29ª edição da Bett Brasil 2024, maior feira de educação e soluções tecnológicas da América Latina, entre os dias 23 a 26 de abril, na Expo Center Norte, em São Paulo. A Edtech Realms IP.TV, empresa responsável pela criação da EduxGen.AI em cooperação com a Edtech Motrix, terá um estande (D92) para explicar a capacidade da nova ferramenta de servir como forte aliado tecnológico dos professores da Educação Básica (Fundamental e Médio) 

O desenvolvimento da ferramenta foi realizado com o propósito de apoiar e valorizar o trabalho dos professores. Todas as ações da Inteligência Artificial dependem da validação dos educadores, desde a geração de conteúdos até a correção de redações, antes de serem aplicadas aos estudantes — observa Leandro Patricio, CEO da Edtech Realms IP.TV. 

A criação da plataforma contou com a curadoria de especialistas em Educação Básica. As trilhas de aprendizagem são geradas em minutos e estão alinhadas com a BNCC, Saeb e Enem, graças ao assistente de inteligência curricular. A EduxGen.AI permite, também, a geração de conteúdos educacionais, como o resumo da aula; o plano de aula; a apresentação de slides e mini vídeos; apostilas; e tira-dúvidas com o assistente pessoal (avatar) em linguagem natural, treinado pelo próprio professor para servir de apoio aos seus alunos.

A plataforma inicialmente disponibilizará também a geração de nove tipos de tarefas: questão discursiva, resposta única, múltipla escolha, ordenação de frases e palavras, preenchimento de letras e lacunas,  envio de materiais e redação. A EduxGen.AI pode sugerir trilhas de reforço escolar de acordo com o resultado de uma avaliação, seja para uma turma ou até mesmo para apenas um aluno. A redação ganhou uma atenção especial, com base nos critérios gramaticais e semânticos da Língua Portuguesa. As inserções corretivas automatizadas no texto do aluno somente são aprovadas após o aval do professor que tem a última palavra sobre quaisquer intervenções realizadas pela Inteligência Artificial, ou seja: quem comanda as ações da plataforma é quem ensina. 

A iniciativa da Edtech Realms IP.TV está em consonância com a pesquisa realizada em 2023 pela Fundação Carlos Chagas, Itaú Cultural e Associação D³E, com base nos dados do Censo Escolar e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): “A alta demanda de trabalho reduz o tempo dos professores para preparar aulas que tornem o aprendizado mais atraente para os alunos”, concluem os pesquisadores. O levantamento indicou que um terço dos professores de escolas públicas brasileiras dá aula para mais de 300 alunos por ano e 20% trabalham em mais de uma escola. 

A Edtech Realms IP.TV está há mais de 20 anos no mercado. Reconhecida nacional e internacionalmente, a Plataforma IP.TV participou de projetos premiados como o Gobernarte (Eduardo Campos), RioInfo Convergência Digital, Assespro (três vezes), E-Learning Brasil, Seduc-Amazon, Wise e BID.

Em 2023, o sistema registrou picos de mais de 400 mil usuários simultâneos e mais de 15 mil sessões de videoconferência simultânea. Por meio da Plataforma IP.TV, são mais de 10 mil salas de aula atendidas. Ao todo, mais de 9 milhões de alunos e mais de 350 mil professores já usufruíram do sistema. O recurso tecnológico está presente, também, em dezenas de estúdios ao vivo. No âmbito internacional, já estabeleceu parcerias na África do Sul e nos Estados Unidos.

Fonte: MSN/EduxGen.AI

Manejo de Classe: Dicas Para Auxiliar Professores Iniciantes

 


Dicas para ter manejo de classe:

  1. Estabeleça expectativas claras desde o início. Deixe claro quais são as regras da sala de aula e o que você espera dos alunos.
  2. Seja consistente. Certifique-se de que as regras sejam aplicadas de forma consistente e justa.
  3. Mantenha a calma. Se um aluno estiver agindo mal, tente manter a calma e não se deixe levar pelas emoções.
  4. Seja positivo. Reforce o comportamento positivo dos alunos e elogie-os quando eles fizerem algo bem.
  5. Seja justo. Trate todos os alunos com justiça e respeito.
  6. Esteja preparado. Planeje suas aulas com antecedência e esteja preparado para lidar com qualquer situação que possa surgir.
  7. Seja flexível. Esteja disposto a mudar sua abordagem se algo não estiver funcionando.

Seguindo essas dicas, você pode ter um manejo de classe mais eficaz e criar um ambiente de aprendizado positivo para seus alunos.

Mais dicas para ter manejo de classe:

  1. Seja claro e conciso. Certifique-se de que suas instruções sejam claras e fáceis de entender.
  2. Use o humor. O humor pode ajudar a aliviar a tensão na sala de aula e tornar o ambiente mais descontraído.
  3. Seja empático. Tente entender as perspectivas dos seus alunos e mostre empatia quando eles estiverem passando por dificuldades.
  4. Seja criativo. Use atividades criativas para manter seus alunos envolvidos e motivados.
  5. Seja acessível. Esteja disponível para seus alunos fora da sala de aula e responda às suas perguntas e preocupações.
  6. Seja um modelo positivo. Seja um modelo positivo para seus alunos, tanto em termos de comportamento quanto de atitude em relação à aprendizagem.

Manejo de classe para professores:

O manejo de classe é uma habilidade essencial para qualquer professor. É a capacidade de gerenciar o comportamento dos alunos e criar um ambiente de aprendizado positivo. Aqui estão algumas dicas para ajudar os professores a ter um manejo de classe eficaz:

  1. Estabeleça expectativas claras desde o início. Deixe claro quais são as regras da sala de aula e o que você espera dos alunos.
  2. Seja consistente. Certifique-se de que as regras sejam aplicadas de forma consistente e justa.
  3. Mantenha a calma. Se um aluno estiver agindo mal, tente manter a calma e não se deixe levar pelas emoções.
  4. Seja positivo. Reforce o comportamento positivo dos alunos e elogie-os quando eles fizerem algo bem.
  5. Seja justo. Trate todos os alunos com justiça e respeito.
  6. Esteja preparado. Planeje suas aulas com antecedência e esteja preparado para lidar com qualquer situação que possa surgir.
  7. Seja flexível. Esteja disposto a mudar sua abordagem se algo não estiver funcionando.

Além dessas dicas, é importante lembrar que cada turma é única e pode exigir uma abordagem diferente. O manejo de classe é uma habilidade que se desenvolve com o tempo e a prática.

Acesse: Educação Hoje

Reflexões Sobre a Formação de Professores

SAVIANI, Demerval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Universidade Estadual de Campinas: Revista Brasileira de Educação, v. 14, n° 40, Jan./Abr. 2009.


RESUMO DO ARTIGO

Por:

Jorge Schemes


O artigo de SAVIANI (2009) sob o título: “Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro”, faz uma abordagem histórica do processo de formação de docentes no Brasil desde o século XIX, incluindo observações desse processo já no século XI. Interessante notar que além da escrita de si mesmo nesse processo formal de formação docente, o artigo apresenta em cada período histórico uma abordagem pedagógica, didática, metodológica e teórica diferente, o que nos leva a deduzir que a formação de professores se dá de acordo com os diferentes tempos históricos nos quais a educação formal estava sendo inserida no Brasil. Logicamente, dentro desses diferentes contextos, o artigo apresenta dois modelos contrapostos de formação de professores, ou seja, segundo SAVIANI (2009): “o modelo dos conteúdos culturais-cognitivos, o qual se esgota no domínio de conteúdos específicos e o modelo pedagógico-didático, o qual se efetiva com o preparo pedagógico e didático do professor”. São esses dois modelos que nortearão a formação docente nas Instituições de Ensino Brasileiras de forma explícita desde após a independência do país.

O artigo analisa o surgimento de propostas para a formação docente de maneira intencional desde Comenius, passando necessariamente pelo surgimento das escolas normais superiores em países como França, Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados unidos da América. No Brasil esse processo se deu em diferentes períodos, SAVIANI (2009) menciona pelo menos seis fases desde 1827 até 2006, iniciando com as Escolas de Primeiras Letras e passando pelos seguintes períodos: Escolas Normais; Institutos de Educação; Cursos de Pedagogia e de Licenciatura; Habilitação Específica do Magistério; Institutos Superiores de Educação; Escolas Normais Superiores e Cursos de Pedagogia.

No período das Escolas de Primeiras Letras, ou Ensaios intermitentes de Formação de professores, SAVIANI (2009) destaca que “desde o período colonial até 1827 não havia preocupação explícita com a formação de professores”. Foi com a Lei das Escolas de primeiras Letras em 15 de Outubro de 1827 que surgiu o propósito de se preocupar com a formação docente. No período das Escolas Normais como padrão, houve a preocupação de preparar professores com cabedal científico com um programa de estudos e de prática pedagógica pré definidos. No período dos Institutos de Educação houve preocupação com a pesquisa e uma formação curricular que envolvia várias disciplinas, além do ensino. O que deu a esse período uma característica de formação docente mais didática e pedagógica. No período dos Cursos de Pedagogia e de Licenciatura, o currículo foi centrado nos conteúdos culturais e cognitivos e o aspecto didático e pedagógico ainda não se tornou um modelo na formação docente, mas foi incorporado nos conteúdos culturais. No período da Habilitação Específica do Magistério, o regime militar substituiu as escolas normais pela habilitação de 2° Grau ou habilitação específica para o magistério, sendo que a própria Pedagogia foi expandida para além da formação de docentes, incluindo a formação também dos especialistas. No período dos Institutos Superiores de Educação, Escolas Normais Superiores e Cursos de Pedagogia, o princípio predominante na formação dos professores ainda era aprender fazendo. Nesse período houve a criação de Escolas Normais de nível médio para a formação de professores primários enquanto o nível superior formava professores para o nível secundário. Foi nesse contexto histórico que dois modelos de formação se destacaram: o modelo dos conteúdos culturais-cognitivos, o qual se esgota no domínio de conteúdos específicos e predominou nas Universidades e instituições de Ensino Superior, e o modelo pedagógico-didático, o qual se efetiva com o preparo pedagógico e didático do professor e predominou na formação docente das escolas normais para professores primários.

SAVIANI (2009) ainda destaca as possibilidades e riscos da formação de professores para a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental em nível superior. O autor alega que o que predomina ainda no Brasil é uma dualidade artificial entre bacharelado e licenciatura, e que consagrou-se um modelo de formação de novos docentes que atribui às faculdades específicas a tarefa de ensinar os conteúdos específicos de cada área do conhecimento, enquanto o preparo pedagógico e didático fica sob a responsabilidade das Faculdades de Educação. Diante do exposto surgem os dilemas da formação docente, dentre os quais destaca-se a situação embaraçosa entre os dois modelos de formação, ou seja, o modelo centrado nos conteúdos culturais e cognitivos e o modelo regido pelo aspecto pedagógico e didático. O dilema se traduz na seguinte pergunta: “Como integrar e articular esses dois modelos adequadamente na formação de professores”? Em seguida o autor apresenta possível alternativa de superação do dilema, ou seja, a utilização de livros didáticos e a organização de grupos de pesquisa e ensino nas diferentes disciplinas dos currículos escolares, objetivando novos projetos de ensino pelos docentes para configurar as novas licenciaturas. O autor faz menção à Educação Especial, no que diz respeito à formação de professores, a qual ainda está em aberto e carece de um projeto específico de formação docente, sendo apenas referida no curso de pedagogia.

Para SAVIANI (2009) a formação de professores deve ser realizada no contexto das suas condições de atividade profissional, salário, jornada de trabalho e qualidade na educação, incluindo nesse aspecto não apenas o preparo acadêmico mas a infraestrutura das escolas. É imperativo uma política pública nacional que vise promover a educação como uma alavanca de desenvolvimento cultural, social e econômico.

ATIVIDADE:

O que você entendeu do artigo? Quais as ideias principais do artigo você destaca? Qual a sua opinião a respeito do artigo? Escolha duas palavras que melhor definam a situação da educação atualmente. O conteúdo do artigo foi difícil para você?

Penso que o artigo faz uma crítica histórica e cultural ao processo de formação docente no Brasil, revelando avanços e retrocessos. Entendi que o autor está expondo basicamente um problema predominante na formação de professores no Brasil, ou seja, o problema que envolve o dilema entre sua formação conteudista, cultural e cognitiva e sua formação pedagógica e didática. Basicamente equivale a dizer que nos diferentes períodos históricos da educação no Brasil a formação dos professores sempre deixou a desejar, e atualmente isso não é diferente. A proposta de superação é uma articulação entre conteúdo e forma no processo de formação docente, isso sem falar na Educação Especial que nem sequer tem uma proposta de formação específica. Destaco também a crítica feita pelo autor no que diz respeito a teoria e prática no processo de formação docente e a necessidade urgente de superação por meio de pesquisa, ensino e projeto de ensino por parte dos docentes. Enquanto a educação não for vista pelo povo brasileiro como um bem social; Enquanto a educação não for utilizada como uma alavanca para o desenvolvimento pessoal, cultural, social e econômico; Enquanto os Governos não fizerem da educação um projeto nacional por meio de políticas públicas consistentes que envolvam não apenas a formação docente, mas também a valorização profissional e a qualidade na educação, a contradição entre os discursos eloquentes sobre educação e a prática que nega tais discursos, o desafio de superação permanecerá. Sendo assim, diante do exposto, se tivéssemos que definir a situação da educação no Brasil atualmente em duas palavras elas seriam: Contradição e Desvalorização. Infelizmente. Gostei de ler e refletir sobre o artigo, acredito que a formação docente primeiramente se inicia pela escrita de si, ou seja, como professores trazemos uma bagagem que adquirimos desde o nosso primeiro contato com o mundo, com a educação não formal dada pelos nossos pais e familiares e depois pela educação formal por meio da escola como instituição de ensino. Desde o nosso primeiro contato com a escola iniciamos um processo de formação docente, ainda que inconsciente e não intencional, e hoje somos o que somos como resultado de nossas experiências, positivas e negativas, e do nosso processo de formação continuada por meio das Instituições de Ensino nas quais passamos. Isso nos diz que há um aspecto subjetivo na formação docente, o qual não foi abordado no artigo e faria bem em considerarmos e refletirmos. Lembrando que o processo de reflexão é permitir ao pensamento dar voltas sobre si mesmo e questionar até o óbvio.

Reflexões Sobre a Formação Docente


Pensar a prática docente e pedagógica do professor sem pensar em como se deu sua formação inicial e como se dá a sua formação continuada não faz sentido. Pretendo elencar algumas ideias que me chamam atenção, interagindo com as mesmas dentro de uma perspectiva curricular pós-crítica, ou seja:
- A formação inicial aligeirada dos docentes centrada na prática imediata e nas necessidades do cotidiano tem um caráter pragmático e carecem de uma fundamentação teórica que possibilite uma mentalidade crítica e reflexiva como propõe o artigo.

- As proposições professor reflexivo, prático-reflexivo e professor pesquisador nos remetem a uma fundamentação teórica histórico-social, e para tanto, penso, ser necessário muita leitura e dedicação intelectiva para a formulação de ideias, conceitos e a transformação da informação em conhecimento e sabedoria. Pensei também ao ler essas ideias que se faz necessário nesse tempo digitalizado que haja o professor mediador-midiático embasado em princípios éticos consistentes.

- O ensinar, o transmitir e o aprender na educação infantil - O artigo traz uma reflexão bem significativa nessa questão, revelando a necessidade do resgatar o aprender da criança. O que pude perceber é que o aprender da criança depende em grande parte de uma formação inicial dos docentes que traga em seu currículo uma proposta teórica que possibilite a construção de um pensamento crítico e reflexivo, para que os alunos também o apreendam. 

- Outro aspecto que me chamou a atenção no artigo diz respeito a formação humanística do professor, sua sensibilidade para captar a natureza humana dos seus alunos dentro de um contexto histórico-social e de múltiplas inteligências, lembrando Vygotsky, Leontiev e Howard Gardner.

- A lacuna curricular dos cursos de formação inicial, do curso de pedagogia de maneira específica, também me chamou atenção. Ao ler sobre isso, me pareceu que a lógica neoliberal e a ética capitalista que é utilitarista (os fins justificam os meios) também tem influenciado o currículo dos cursos de formação docente imprimindo uma pedagogia utilitarista e pouco reflexiva, até porque carece de conteúdo teórico significativo.

- Em relação as políticas públicas para a educação, me chamou a atenção as ideias do texto que nos remetem ao pouco caso dado à cultura de forma ampla, ignorando a diversidade dos sujeitos em seus meios culturais distintos como seres históricos biopsicosociais. Assim, pude refletir e perceber que há um empobrecimento curricular, com forte ênfase nos conteúdos mínimos e pouca ou nenhuma ênfase no multiculturalismo.

- Há um empobrecimento na formação do professor como intelectual da educação, e esse
empobrecimento está se refletindo numa prática pedagógica cotidiana distanciada de reflexões críticas, é o fazer por fazer que acaba predominando, percebi isso ao ler as ideias das páginas 8 e 9 sobre a necessidade de uma reflexão teórico-metodológica.

- As ideias do texto sobre a participação ativa da criança no processo de construção do conhecimento me levaram a refletir sobre a teoria da atividade de Leontiev. A atividade é sempre do sujeito como ser ativo do processo de construção de um conhecimento que não esteja alienado ou desvinculado de sua realidade, pois aquilo que não está inserido na realidade da criança e não tem vínculo com sua vida ela não está interessada, e aquilo que não lhe interessa ela não aprende. 

- As ideias de superação da lógica capitalista na formação de professores e no exercício docente também despertaram meu interesse. Tenho lido Levinas e Henrique Dussel, e cada vez mais me convenço de que é necessário superar o conceito cartesiano de ser. A lógica neoliberal está embasada numa pseudo-ética que está subliminarmente sendo incutida pelo capitalismo a qual preconiza no subconsciente o seguinte princípio: ame as coisas e use as pessoas. Transportando essa dieia para a educação, ouso possibilitar um debate sobre essa questão, ou seja: não estariam os professores sendo formatados e domesticados para reproduzir o mesmo princípio no sentido pedagógico? Me refiro ao princípio do ame o que faz, o método, a técnica e ignore a teoria e consequentemente os seus alunos enquanto sujeitos históricos e sociais? Seria essa formação capitalista uma formação para autômatos?

- O aspecto mercadológico da educação elencado no artigo também me fez refletir muito. Nesse contexto capitalista de educação pragmática não seriam os alunos meras mercadorias de consumo? E os professores meros instrumentos técnicos destituídos de pensamento próprio, ou seja. meros refletores do pensamento alheio? Isso é preocupante, pois destitui do professor, como diz o artigo, o caráter intelectual de sua atividade. Lembrei o livro que li de Miguel Arroyo, onde ele faz uma reflexão sobre a imagem e a auto imagem do professor. Que imagem temos construído em nosso ofício? É o nosso ofício um ofício de mestre?

- A ideia de uma educação dualista, de uma educação para a formação de classes como já preconizava Platão, também é uma crítica reflexiva do artigo que gostei. E apenas uma formação docente num contexto histórico-social carrega consigo a função social e a possibilidade de desenvolver no sujeito uma visão crítica diante da complexidade e da pluralidade do contexto histórico, social e epistemológico contemporâneo.

- O contraponto entre a formação estrita (do cotidiano do trabalho escolar) e a formação ampla (do conhecimento acumulado historicamente pela humanidade) foi outro aspecto que destaco do artigo. Refleti em minha própria formação (pedagogia com habilitação em séries iniciais), a qual se norteou pelos princípios capitalistas do pragmatismo pedagógico, tendo uma grande carência de fundamentação teórica numa perspectiva histórico-cultural, o que me fez buscar essa lacuna por meio de contínuas formações continuadas até o momento, assim, posso afirmar que, ainda não sou, estou sendo e me fazendo professor.

Jorge Schemes

Professor (a): Garanta os Seus Direitos Diante do ECA!!!

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* Currículo Completo Disponível em:


Eu Apoio Esta Troca, e Você?



"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.

Na educação é o 85º e ninguém reclama..."

EU APOIO ESTA TROCA:

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES.

O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que rouba.

Essa é uma campanha que vale a pena!

Repasso com solidária revolta!

Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00.

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!

Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.

Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior!

Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.

Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.

É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.

Nota do editor do blog:
Vale lembrar que os parlamentares brasileiros são os mais caros do mundo!