Manejo de Classe: Dicas Para Auxiliar Professores Iniciantes

 


Dicas para ter manejo de classe:

  1. Estabeleça expectativas claras desde o início. Deixe claro quais são as regras da sala de aula e o que você espera dos alunos.
  2. Seja consistente. Certifique-se de que as regras sejam aplicadas de forma consistente e justa.
  3. Mantenha a calma. Se um aluno estiver agindo mal, tente manter a calma e não se deixe levar pelas emoções.
  4. Seja positivo. Reforce o comportamento positivo dos alunos e elogie-os quando eles fizerem algo bem.
  5. Seja justo. Trate todos os alunos com justiça e respeito.
  6. Esteja preparado. Planeje suas aulas com antecedência e esteja preparado para lidar com qualquer situação que possa surgir.
  7. Seja flexível. Esteja disposto a mudar sua abordagem se algo não estiver funcionando.

Seguindo essas dicas, você pode ter um manejo de classe mais eficaz e criar um ambiente de aprendizado positivo para seus alunos.

Mais dicas para ter manejo de classe:

  1. Seja claro e conciso. Certifique-se de que suas instruções sejam claras e fáceis de entender.
  2. Use o humor. O humor pode ajudar a aliviar a tensão na sala de aula e tornar o ambiente mais descontraído.
  3. Seja empático. Tente entender as perspectivas dos seus alunos e mostre empatia quando eles estiverem passando por dificuldades.
  4. Seja criativo. Use atividades criativas para manter seus alunos envolvidos e motivados.
  5. Seja acessível. Esteja disponível para seus alunos fora da sala de aula e responda às suas perguntas e preocupações.
  6. Seja um modelo positivo. Seja um modelo positivo para seus alunos, tanto em termos de comportamento quanto de atitude em relação à aprendizagem.

Manejo de classe para professores:

O manejo de classe é uma habilidade essencial para qualquer professor. É a capacidade de gerenciar o comportamento dos alunos e criar um ambiente de aprendizado positivo. Aqui estão algumas dicas para ajudar os professores a ter um manejo de classe eficaz:

  1. Estabeleça expectativas claras desde o início. Deixe claro quais são as regras da sala de aula e o que você espera dos alunos.
  2. Seja consistente. Certifique-se de que as regras sejam aplicadas de forma consistente e justa.
  3. Mantenha a calma. Se um aluno estiver agindo mal, tente manter a calma e não se deixe levar pelas emoções.
  4. Seja positivo. Reforce o comportamento positivo dos alunos e elogie-os quando eles fizerem algo bem.
  5. Seja justo. Trate todos os alunos com justiça e respeito.
  6. Esteja preparado. Planeje suas aulas com antecedência e esteja preparado para lidar com qualquer situação que possa surgir.
  7. Seja flexível. Esteja disposto a mudar sua abordagem se algo não estiver funcionando.

Além dessas dicas, é importante lembrar que cada turma é única e pode exigir uma abordagem diferente. O manejo de classe é uma habilidade que se desenvolve com o tempo e a prática.

Acesse: Educação Hoje

Indicação de Livro: Piaget, Vigotski, Wallon: Teorias Psicogenéticas em Discussão


Jean Piaget, Lev S. Vigotski e Henri Wallon são os três maiores teóricos estudados no universo da educação e da psicologia. Nesta obra, consagrada por crítica e público, Yves de La Taille, Marta Kohl de Oliveira e Heloysa Dantas traduzem para o leitor o pensamento vivo desses autores. Analisando as ideias de Piaget, Yves de La Taille aborda conceitos como ser social, ética, autonomia, coerção versus colaboração e obediência versus justiça. Ao esclarecer os principais construtos da teoria construtivista, ele ressalta a importância da afetividade na educação. Debruçando-se sobre os contrutos de Vigotski, Marta Kohl de Oliveira destaca tópicos como linguagem, formação de conceitos e metacognição. Partindo de uma abordagem holística do ser humano, a autora analisa a fundo a abordagem sócio-histórica e as implicações da afetividade para a cognição. Já Heloysa Dantas dedica-se ao pensamento de Henry Wallon, destacando a emoção como instrumento típico da espécie humana e mostrando a interligação entre afetividade e inteligência – concluindo, como seus colegas, que a comunicação afetiva é fundamental para uma educação efetiva. Trata-se, definitivamente, de um livro fundamental na área da pedagogia. Nova edição revista.




Reflexões Sobre a Formação de Professores

SAVIANI, Demerval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Universidade Estadual de Campinas: Revista Brasileira de Educação, v. 14, n° 40, Jan./Abr. 2009.


RESUMO DO ARTIGO

Por:

Jorge Schemes


O artigo de SAVIANI (2009) sob o título: “Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro”, faz uma abordagem histórica do processo de formação de docentes no Brasil desde o século XIX, incluindo observações desse processo já no século XI. Interessante notar que além da escrita de si mesmo nesse processo formal de formação docente, o artigo apresenta em cada período histórico uma abordagem pedagógica, didática, metodológica e teórica diferente, o que nos leva a deduzir que a formação de professores se dá de acordo com os diferentes tempos históricos nos quais a educação formal estava sendo inserida no Brasil. Logicamente, dentro desses diferentes contextos, o artigo apresenta dois modelos contrapostos de formação de professores, ou seja, segundo SAVIANI (2009): “o modelo dos conteúdos culturais-cognitivos, o qual se esgota no domínio de conteúdos específicos e o modelo pedagógico-didático, o qual se efetiva com o preparo pedagógico e didático do professor”. São esses dois modelos que nortearão a formação docente nas Instituições de Ensino Brasileiras de forma explícita desde após a independência do país.

O artigo analisa o surgimento de propostas para a formação docente de maneira intencional desde Comenius, passando necessariamente pelo surgimento das escolas normais superiores em países como França, Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados unidos da América. No Brasil esse processo se deu em diferentes períodos, SAVIANI (2009) menciona pelo menos seis fases desde 1827 até 2006, iniciando com as Escolas de Primeiras Letras e passando pelos seguintes períodos: Escolas Normais; Institutos de Educação; Cursos de Pedagogia e de Licenciatura; Habilitação Específica do Magistério; Institutos Superiores de Educação; Escolas Normais Superiores e Cursos de Pedagogia.

No período das Escolas de Primeiras Letras, ou Ensaios intermitentes de Formação de professores, SAVIANI (2009) destaca que “desde o período colonial até 1827 não havia preocupação explícita com a formação de professores”. Foi com a Lei das Escolas de primeiras Letras em 15 de Outubro de 1827 que surgiu o propósito de se preocupar com a formação docente. No período das Escolas Normais como padrão, houve a preocupação de preparar professores com cabedal científico com um programa de estudos e de prática pedagógica pré definidos. No período dos Institutos de Educação houve preocupação com a pesquisa e uma formação curricular que envolvia várias disciplinas, além do ensino. O que deu a esse período uma característica de formação docente mais didática e pedagógica. No período dos Cursos de Pedagogia e de Licenciatura, o currículo foi centrado nos conteúdos culturais e cognitivos e o aspecto didático e pedagógico ainda não se tornou um modelo na formação docente, mas foi incorporado nos conteúdos culturais. No período da Habilitação Específica do Magistério, o regime militar substituiu as escolas normais pela habilitação de 2° Grau ou habilitação específica para o magistério, sendo que a própria Pedagogia foi expandida para além da formação de docentes, incluindo a formação também dos especialistas. No período dos Institutos Superiores de Educação, Escolas Normais Superiores e Cursos de Pedagogia, o princípio predominante na formação dos professores ainda era aprender fazendo. Nesse período houve a criação de Escolas Normais de nível médio para a formação de professores primários enquanto o nível superior formava professores para o nível secundário. Foi nesse contexto histórico que dois modelos de formação se destacaram: o modelo dos conteúdos culturais-cognitivos, o qual se esgota no domínio de conteúdos específicos e predominou nas Universidades e instituições de Ensino Superior, e o modelo pedagógico-didático, o qual se efetiva com o preparo pedagógico e didático do professor e predominou na formação docente das escolas normais para professores primários.

SAVIANI (2009) ainda destaca as possibilidades e riscos da formação de professores para a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental em nível superior. O autor alega que o que predomina ainda no Brasil é uma dualidade artificial entre bacharelado e licenciatura, e que consagrou-se um modelo de formação de novos docentes que atribui às faculdades específicas a tarefa de ensinar os conteúdos específicos de cada área do conhecimento, enquanto o preparo pedagógico e didático fica sob a responsabilidade das Faculdades de Educação. Diante do exposto surgem os dilemas da formação docente, dentre os quais destaca-se a situação embaraçosa entre os dois modelos de formação, ou seja, o modelo centrado nos conteúdos culturais e cognitivos e o modelo regido pelo aspecto pedagógico e didático. O dilema se traduz na seguinte pergunta: “Como integrar e articular esses dois modelos adequadamente na formação de professores”? Em seguida o autor apresenta possível alternativa de superação do dilema, ou seja, a utilização de livros didáticos e a organização de grupos de pesquisa e ensino nas diferentes disciplinas dos currículos escolares, objetivando novos projetos de ensino pelos docentes para configurar as novas licenciaturas. O autor faz menção à Educação Especial, no que diz respeito à formação de professores, a qual ainda está em aberto e carece de um projeto específico de formação docente, sendo apenas referida no curso de pedagogia.

Para SAVIANI (2009) a formação de professores deve ser realizada no contexto das suas condições de atividade profissional, salário, jornada de trabalho e qualidade na educação, incluindo nesse aspecto não apenas o preparo acadêmico mas a infraestrutura das escolas. É imperativo uma política pública nacional que vise promover a educação como uma alavanca de desenvolvimento cultural, social e econômico.

ATIVIDADE:

O que você entendeu do artigo? Quais as ideias principais do artigo você destaca? Qual a sua opinião a respeito do artigo? Escolha duas palavras que melhor definam a situação da educação atualmente. O conteúdo do artigo foi difícil para você?

Penso que o artigo faz uma crítica histórica e cultural ao processo de formação docente no Brasil, revelando avanços e retrocessos. Entendi que o autor está expondo basicamente um problema predominante na formação de professores no Brasil, ou seja, o problema que envolve o dilema entre sua formação conteudista, cultural e cognitiva e sua formação pedagógica e didática. Basicamente equivale a dizer que nos diferentes períodos históricos da educação no Brasil a formação dos professores sempre deixou a desejar, e atualmente isso não é diferente. A proposta de superação é uma articulação entre conteúdo e forma no processo de formação docente, isso sem falar na Educação Especial que nem sequer tem uma proposta de formação específica. Destaco também a crítica feita pelo autor no que diz respeito a teoria e prática no processo de formação docente e a necessidade urgente de superação por meio de pesquisa, ensino e projeto de ensino por parte dos docentes. Enquanto a educação não for vista pelo povo brasileiro como um bem social; Enquanto a educação não for utilizada como uma alavanca para o desenvolvimento pessoal, cultural, social e econômico; Enquanto os Governos não fizerem da educação um projeto nacional por meio de políticas públicas consistentes que envolvam não apenas a formação docente, mas também a valorização profissional e a qualidade na educação, a contradição entre os discursos eloquentes sobre educação e a prática que nega tais discursos, o desafio de superação permanecerá. Sendo assim, diante do exposto, se tivéssemos que definir a situação da educação no Brasil atualmente em duas palavras elas seriam: Contradição e Desvalorização. Infelizmente. Gostei de ler e refletir sobre o artigo, acredito que a formação docente primeiramente se inicia pela escrita de si, ou seja, como professores trazemos uma bagagem que adquirimos desde o nosso primeiro contato com o mundo, com a educação não formal dada pelos nossos pais e familiares e depois pela educação formal por meio da escola como instituição de ensino. Desde o nosso primeiro contato com a escola iniciamos um processo de formação docente, ainda que inconsciente e não intencional, e hoje somos o que somos como resultado de nossas experiências, positivas e negativas, e do nosso processo de formação continuada por meio das Instituições de Ensino nas quais passamos. Isso nos diz que há um aspecto subjetivo na formação docente, o qual não foi abordado no artigo e faria bem em considerarmos e refletirmos. Lembrando que o processo de reflexão é permitir ao pensamento dar voltas sobre si mesmo e questionar até o óbvio.

Reflexões Sobre a Formação Docente


Pensar a prática docente e pedagógica do professor sem pensar em como se deu sua formação inicial e como se dá a sua formação continuada não faz sentido. Pretendo elencar algumas ideias que me chamam atenção, interagindo com as mesmas dentro de uma perspectiva curricular pós-crítica, ou seja:
- A formação inicial aligeirada dos docentes centrada na prática imediata e nas necessidades do cotidiano tem um caráter pragmático e carecem de uma fundamentação teórica que possibilite uma mentalidade crítica e reflexiva como propõe o artigo.

- As proposições professor reflexivo, prático-reflexivo e professor pesquisador nos remetem a uma fundamentação teórica histórico-social, e para tanto, penso, ser necessário muita leitura e dedicação intelectiva para a formulação de ideias, conceitos e a transformação da informação em conhecimento e sabedoria. Pensei também ao ler essas ideias que se faz necessário nesse tempo digitalizado que haja o professor mediador-midiático embasado em princípios éticos consistentes.

- O ensinar, o transmitir e o aprender na educação infantil - O artigo traz uma reflexão bem significativa nessa questão, revelando a necessidade do resgatar o aprender da criança. O que pude perceber é que o aprender da criança depende em grande parte de uma formação inicial dos docentes que traga em seu currículo uma proposta teórica que possibilite a construção de um pensamento crítico e reflexivo, para que os alunos também o apreendam. 

- Outro aspecto que me chamou a atenção no artigo diz respeito a formação humanística do professor, sua sensibilidade para captar a natureza humana dos seus alunos dentro de um contexto histórico-social e de múltiplas inteligências, lembrando Vygotsky, Leontiev e Howard Gardner.

- A lacuna curricular dos cursos de formação inicial, do curso de pedagogia de maneira específica, também me chamou atenção. Ao ler sobre isso, me pareceu que a lógica neoliberal e a ética capitalista que é utilitarista (os fins justificam os meios) também tem influenciado o currículo dos cursos de formação docente imprimindo uma pedagogia utilitarista e pouco reflexiva, até porque carece de conteúdo teórico significativo.

- Em relação as políticas públicas para a educação, me chamou a atenção as ideias do texto que nos remetem ao pouco caso dado à cultura de forma ampla, ignorando a diversidade dos sujeitos em seus meios culturais distintos como seres históricos biopsicosociais. Assim, pude refletir e perceber que há um empobrecimento curricular, com forte ênfase nos conteúdos mínimos e pouca ou nenhuma ênfase no multiculturalismo.

- Há um empobrecimento na formação do professor como intelectual da educação, e esse
empobrecimento está se refletindo numa prática pedagógica cotidiana distanciada de reflexões críticas, é o fazer por fazer que acaba predominando, percebi isso ao ler as ideias das páginas 8 e 9 sobre a necessidade de uma reflexão teórico-metodológica.

- As ideias do texto sobre a participação ativa da criança no processo de construção do conhecimento me levaram a refletir sobre a teoria da atividade de Leontiev. A atividade é sempre do sujeito como ser ativo do processo de construção de um conhecimento que não esteja alienado ou desvinculado de sua realidade, pois aquilo que não está inserido na realidade da criança e não tem vínculo com sua vida ela não está interessada, e aquilo que não lhe interessa ela não aprende. 

- As ideias de superação da lógica capitalista na formação de professores e no exercício docente também despertaram meu interesse. Tenho lido Levinas e Henrique Dussel, e cada vez mais me convenço de que é necessário superar o conceito cartesiano de ser. A lógica neoliberal está embasada numa pseudo-ética que está subliminarmente sendo incutida pelo capitalismo a qual preconiza no subconsciente o seguinte princípio: ame as coisas e use as pessoas. Transportando essa dieia para a educação, ouso possibilitar um debate sobre essa questão, ou seja: não estariam os professores sendo formatados e domesticados para reproduzir o mesmo princípio no sentido pedagógico? Me refiro ao princípio do ame o que faz, o método, a técnica e ignore a teoria e consequentemente os seus alunos enquanto sujeitos históricos e sociais? Seria essa formação capitalista uma formação para autômatos?

- O aspecto mercadológico da educação elencado no artigo também me fez refletir muito. Nesse contexto capitalista de educação pragmática não seriam os alunos meras mercadorias de consumo? E os professores meros instrumentos técnicos destituídos de pensamento próprio, ou seja. meros refletores do pensamento alheio? Isso é preocupante, pois destitui do professor, como diz o artigo, o caráter intelectual de sua atividade. Lembrei o livro que li de Miguel Arroyo, onde ele faz uma reflexão sobre a imagem e a auto imagem do professor. Que imagem temos construído em nosso ofício? É o nosso ofício um ofício de mestre?

- A ideia de uma educação dualista, de uma educação para a formação de classes como já preconizava Platão, também é uma crítica reflexiva do artigo que gostei. E apenas uma formação docente num contexto histórico-social carrega consigo a função social e a possibilidade de desenvolver no sujeito uma visão crítica diante da complexidade e da pluralidade do contexto histórico, social e epistemológico contemporâneo.

- O contraponto entre a formação estrita (do cotidiano do trabalho escolar) e a formação ampla (do conhecimento acumulado historicamente pela humanidade) foi outro aspecto que destaco do artigo. Refleti em minha própria formação (pedagogia com habilitação em séries iniciais), a qual se norteou pelos princípios capitalistas do pragmatismo pedagógico, tendo uma grande carência de fundamentação teórica numa perspectiva histórico-cultural, o que me fez buscar essa lacuna por meio de contínuas formações continuadas até o momento, assim, posso afirmar que, ainda não sou, estou sendo e me fazendo professor.

Jorge Schemes

Homenagem aos Professores




PROFESSOR

I
Professor que ensina, que educa, 
que encanta e mesmo assim nunca se cansa.

II
Cada professor tem um jeito de ensinar e aprender,
pode ser do jeito discreto ou brincalhão,
mas o professor é uma mãe, um irmão.

III
Tem professor de vinte anos, de cinquenta, 
mas tem uns até com sessenta.

IV
Tem conselhos dos professores que são valiosos,
Ouvi-lhes bem o que dirão,
para guardar lá dentro do coração.

V
Então professor, só queríamos dizer,
que amamos muito você.

Feliz dia dos professores!

Autora: Miriam Maria Vensso Schemes - 12 anos
Aluna do Colégio Estadual Conselheiro Mafra em Joinville, SC

Professor (a): Garanta os Seus Direitos Diante do ECA!!!

Clique na Imagem para Saber Mais!


* Currículo Completo Disponível em:


Fazer pausas durante estudo ajuda na memorização, diz pesquisador

Copiar o conteúdo durante a aula, repetir por horas o mesmo assunto e ter um lugar fixo para estudar parece ser uma receita infalível para qualquer aluno. No entanto, estudos comandados por Robert Bjork, do departamento de Psicologia da University of California, Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, apontam para o lado contrário do que geralmente se pensa sobre o processo de aprendizagem e memorização.
De acordo com as pesquisas, fazer pausas durante as sessões de estudo ajuda na memorização do conteúdo a longo prazo e variar o local de aprendizado aumenta a possibilidade de recuperação de dados importantes. O pesquisador diz ainda que as informações são armazenadas na memória quando relacionadas com o que já sabemos e que recuperar memórias é um instrumento de estudo mais poderoso do que estudar um conteúdo novamente.
Diretor do Laboratório de Aprendizagem e Esquecimento (Learning and Forgetting Lab) da universidade, Bjork é especialista em armazenamento de novas informações e formas de retomá-las em nossa mente. No laboratório, são feitos testes sobre a capacidade de aprender e de memorizar no contexto educacional.
Nos anos 1990, Bjork introduziu os estudos sobre "dificuldades desejáveis" (desirable difficulties), no qual explorou, por meio da mudança nos locais e horários de estudo, a forma como armazenamos e lembramos informações. Seus estudos seguem até hoje e ainda surpreendem. Em entrevista exclusiva ao Terra, Bjork fala mais sobre nossa habilidade de guardar e lembrar memórias e sua relação com o aprendizado.
Terra - Quais são as melhores estratégias para aprender algo? O que os estudos recentes mostram sobre a melhor maneira de memorizar o que aprendemos?
Robert Bjork - É importante entender que não aprendemos somente quando nos expomos à informação que queremos saber. Novas informações são armazenadas em nossa memória quando as relacionamos com o que já sabemos. Isso requer que notemos essas relações e interpretemos ativamente o que tentamos aprender. Igualmente importante é praticar a recuperação da informação que desejamos lembrar. Quando geramos informações a partir de nossas memórias, tornamos a informação recuperada muito mais fácil de ser relembrada no futuro. O ato de recuperar é poderoso no aprendizado - consideravelmente mais poderoso do que estudar as informações novamente. Precisamos ser agentes ativos no processo de aprendizagem, não aparelhos gravadores passivos.
Terra - Como nossa memória trabalha para aprender novos dados?
Bjork - Pela associação desses dados com o que já sabemos. Nossa capacidade de armazenar informações em nossa memória é ilimitada, e aprender novas informações aumenta essa capacidade, em vez de ocupá-la por completo. Quanto mais sabemos sobre algum assunto, mais maneiras surgem de ligar a nova informação ao que já sabemos.
Terra - Como o lugar onde estudamos influencia no processo de aprendizagem? Por que seria melhor variar esse local? 
Bjork - Enquanto nossas memórias são ilimitadas do ponto de vista do armazenamento, somos consideravelmente limitados do ponto de vista da recuperação de dados. Muitas das informações em nossas memórias não podem ser relembradas em circunstâncias normais. O que é possível ou não de ser lembrado em nossa memória depende das marcas do contexto ambiental, interpessoal, emocional ou físico daquele momento.
Então, quando estímulos de algum teste ativam sinais que estavam presentes no tempo do estudo, nossa habilidade de relembrar a informação estudada é aumentada. Mesmo marcas restabelecidas pelo meio - ou seja, se imaginar de volta na situação do aprendizado - pode ajudar a relembrar. Quando algo é estudado duas vezes, parece que a habilidade de relembrá-lo é aumentada se a informação tiver sido estudada em lugares diferentes.
Terra - Por que isso acontece? 
Bjork - O porquê disso não é entendido por completo. Mas variar a localização de um primeiro para um segundo ambiente, provavelmente, faz duas coisas: enriquece a codificação, levando o aluno a codificar a informação de alguma forma diferente durante a segunda sessão de estudo; e enriquece a recuperação, fornecendo dois contextos diferentes que podem ser mentalmente restituídos na hora da prova.
Terra - Normalmente, fazemos uma pausa quando trocamos de assunto durante os estudos. Isso melhora a capacidade de memorização? 
Bjork - O que precisamos evitar é a "prática em massa", que significa estudar a mesma informação repetidamente sem fazer uma pausa entre as sessões de estudo. Dar um tempo entre as sessões de estudo melhora a memorização a longo prazo, às vezes de forma substancial. Quando há múltiplas coisas a serem aprendidas, as horas de estudo dessas coisas devem ser intercaladas, não fechadas em blocos de assuntos.
Terra - Qual a melhor forma de fazer anotações durante as aulas?
Bjork - Notas devem ser feitas somente de forma alternada e em comentários, em vez de maneira literal. A pior coisa que pode ser feita durante os estudos é entrar no modo taquígrafo de tribunal - isto é, tentar copiar tudo da maneira como foi dito. Isso reprime o aprendizado. Um taquígrafo pode gravar tudo que foi dito em um dia ou em um julgamento e depois, no final do dia, não ter nenhuma ideia de sobre o que era o caso.
Terra - É verdade que apagamos de nossa memória coisas que aprendemos há muito tempo?
Bjork - Não é verdade. Informações muito antigas permanecem em nossas memórias, mas se tornam inacessíveis e impossíveis de serem relembradas, a não ser que elas continuem sendo acessadas e usadas.

Subsídios Pedagógicos


Cadernos Pedagógicos



Produzidos pela Secretaria de Estado da Educação de SC:
  1. Ensino Médio Integrado à Educação Profissional
  2. Geografia
  3. Sociologia
  4. História
  5. Filosofia
  6. Biologia
  7. Matemática
  8. Interdisciplinaridade
  9. Química
  10. Física

Reflexões Sobre a Prova Brasil



Por: Jorge Schemes

O texto do CENPEC sobre a Prova Brasil na Escola revela de maneira sucinta e objetiva os interesses do MEC diante da aplicação deste instrumento de avaliação para medir e também quantificar a qualidade da educação no Brasil. Funciona mais como uma avaliação diagnóstica para detectar os péssimos desempenhos nos índices educacionais, visando a busca da melhoria da qualidade na educação nacional. Como instrumento de avaliação, a Prova Brasil é imprescindível para detectar as deficiências e promover políticas públicas afirmativas para melhorar os índices. Ao revelar os piores e os melhores rankings entre as escolas, essa revelação reforça a necessidade de mais debate sobre o assunto e gera a reflexão necessária para possíveis mudanças e melhorias. As reações diante dos resultados vão desde reclamações e revoltas, até atitudes de reflexão e a elaboração de estratégias para melhorar a qualidade da educação. Como o próprio texto apresenta:

A análise dos resultados obtidos pela escola, portanto, gera para o conjunto de seus educadores questões fundamentais: o que os alunos aprenderam e o que ainda não foi apropriado? Por que os alunos não aprenderam? Onde está o problema: nos alunos, no professor, na escola, nas metas de aprendizagem da proposta escolar e/ou nas políticas educacionais adotadas? Que novas ações precisam ser empreendidas pela equipe escolar e pelos professores de cada turma? O que está funcionando e deve ser mantido? E assim por diante. (CENPEC, p. 12)

Sendo assim, os resultados obtidos pela Proa Brasil podem servir de subsídios para que a escola se organize pedagogicamente para melhorar o seu processo de ensino e aprendizagem. O debate gerado diante dos indicadores deve levar a escola à criação de um plano de ações que promovam um ensino mais eficaz.

O documento recomenda ainda que a escola se prepare para a Prova Brasil em dois tempos: um tempo antes da aplicação da Prova Brasil e outro tempo após a publicação dos resultados. Antes da prova a escola pode tirar proveito das reuniões pedagógicas e paradas pedagógicas para discutir temas como: relação entre aprendizagem a avaliação, PCNS de Língua Portuguesa e Matemática e assuntos relacionados a própria Prova Brasil. Após a publicação dos resultados a escola pode promover uma análise coletiva dos indicadores para elaboração de um plano de intervenção por meio de ações que reformulem o PPP da instituição. Assim, a Prova Brasil pode promover atitudes de auto avaliação institucional e pedagógica, análise e reflexão, debate, ações afirmativas que promovam a qualidade do ensino, monitoramento contínuo da aprendizagem e interesse pelas dificuldades dos alunos dentro do seu contexto biopsicossocial.

Diante da solicitação da professora Mariana como segue: “Gostaria, por favor, que oferecesse a todos nós professores um INTENSIVO com base em MODELOS de questões da prova Brasil para que pudéssemos melhor preparar nossos alunos e alunas para quando chegar tal avaliação, de forma que com essa ‘preparação’, possamos aumentar os resultados obtidos nessa tal avaliação que o MEC exige que participemos.” Como coordenador pedagógico eu proporia um cronograma de aulas de leitura para toda escola, bem como aulas de reforço de matemática no contra turno. A aplicação de provas modelos ou simuladas também é válida, mas não é questão central, uma vez que o objetivo é melhorar a qualidade de ensino e não meramente melhorar os índices de resultados obtidos por meio da Prova Brasil.

Concordo com a Prova Brasil enquanto instrumento fundamental para gerar o debate, levar a reflexão e ao estabelecimento de um plano de ações de intervenção na escola visando melhorar a qualidade da educação ofertada ali. Contudo, a Prova Brasil não pode ser vista como um fim em si mesma, mas como um meio de melhorar a educação no Brasil. Outra questão que penso pertinente, diz respeito a visão cartesiana da Prova Brasil, ou seja, considerando que há múltiplas inteligências, e considerando que a Prova Brasil contempla apenas duas das sete inteligências (segundo a teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner), a Prova Brasil é um instrumento limitado para medir a real potencialidade do capital humano da nação. Todavia, trata-se de um instrumento inicial, um começo, que precisa ser melhorado e aperfeiçoado diante dos novos paradigmas da educação do século XXI, dentro da concepção de um currículo pós-crítico.

Eu Apoio Esta Troca, e Você?



"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.

Na educação é o 85º e ninguém reclama..."

EU APOIO ESTA TROCA:

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES.

O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que rouba.

Essa é uma campanha que vale a pena!

Repasso com solidária revolta!

Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00.

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!

Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.

Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior!

Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.

Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.

É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.

Nota do editor do blog:
Vale lembrar que os parlamentares brasileiros são os mais caros do mundo!